ÚLTIMO POEMA
Quando meu corpo não puder mais erguer
e apenas tremer;
Quando as mãos se cansarem do labor da vida;
Quando meus pés se aposentarem hesitando os passos;
E meus olhos já não entenderem as vogais,
nem minha mente lembrar de tudo;
Pegarei num pedaço de papel e escreverei o silêncio.
Lembrarei de voçê. Talvez, única lembrança possível.
E escreverei o suspiro. Pois será meu último poema.
Antes que os olhos se cerrem eternos para a vida.
E ele será tão igual e tão perfeito, como se na verdade,
o passado fosse o presente.
(Esse é um dos que eu mais gosto…não sei o porquê…mas sinto ele tão real na humanidade…ele é meio futurista, concordo, rsrsrs, mas gosto dele mesmo assim. foi inspirado no capítulo 12 do livro de Eclesiastes, confiram…ele é lindo e realmente poético).
Show de bola!! GOostei!