Ontem dei p/ ler Mário Quintana. Gosto dele. Mas discordo da frase em que ele diz que poetas que datam seus poemas lembram galinhas que carimbam seus ovos. Não sei como era pra ele, mas pra mim cada poema é como um filho. Tem data de nascimento e até histórico de vida. A única diferença é que poemas não morrem. Mas pra cada um se tem um carinho especial. E cada um é único!Sinto muito meu caro Mário Quintana. Admiro demais suas obras! Mas preciso continuar a carimbar meus ovos!heheheh… Um abraço, pessoal!
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