Noite fria.
Ruídos da multidão ao redor.
Cá estou eu a te esperar.
Meu coração te chama,
pra aquecer o frio da solidão.
Não consigo ver nem ouvir ninguém.
Só quero você perto de mim.
Aqui é frio, meu amor.
Aqui é triste e turbulento.
Maus cheiros exalam pelos rostos sombrios.
As pessoas não são felizes.
Elas buscam paz.
E eu, amor… Te espero.
Ouvindo a voz da minha própria alma
que ansiosa te chama,
solitária te reclama…
E Intensamente te ama.
(Cruz alta, 27 de junho de 2011. Esperando o belus sair da aula no centro de convivência da Unicruz).