Que atirem a primeira pedra…

18 12 2008

Hoje  contei esta história da mais pura veracidade a um colega de serviço.Lembrei-me então de compartilhá-la aqui.

Essa é da faculdade. Naquele dia tínhamos prova de contabilidade. Eu tinha uma colega que não era muito frequente em aula então ela precisava de uma forcinha extra pra fazer a tal prova. Combinamos então, que quando estivéssemos já perto de entregar as provas, ela me pediria a borracha emprestada como pretexto pra conferir as respostas que eu haveria de colocar nela. Chegando em aula, propositalmente nos sentamos próximas. Depois de feita metade da prova, dei-me conta de que minha borracha era muito pequena pra armazenar todas as respostas e resolvi, sem avisar a colega, de colocar as respostas na régua. Lá pelo fim da prova a colega pede:_ Dani! pode emprestar-me a borracha?

e a “nanaia” da Dani responde:_ bah! to sem a borracha! pode ser a régua?_hauhauhauhauhauhauhauaua!!!





TEM COISAS QUE SÓ ACONTECEM COMIGO

9 04 2008

Não sei se vocês já passaram por situações semelhantes a essa que vou contar. O certo é que existem coisas na minha vida que não acontecem a mais ninguém. E é um acontecimento dessa estirpe que irei relatar aqui hoje. Eu estava nos primeiros semestres da faculdade e trabalhava numa loja de confecçoes em Santiago. Depois do serviço eu ía direto pra universidade pois meu tempo era remido e não havia como passar em casa. Aquele dia, tinha chovido. Sabe esses dias em que chove o dia inteiro e pelas seis da tarde o tempo seca como que sabendo que é o horário que as pessoas costumam sair do trabalho? pois era um dia como esses. Eu havia levado meu guarda-chuva, preto, desses comuns e muito útil. Seu tamanho era relativamente grande em relação à minha mochila, modos que, não havia como carregá-lo dentro e eu apenas o soltava em cima do zíper e com a parte do gancho nas alças. Saí do serviço apressada…aguardei os poucos minutos eternos na parada, entrei no ônibus e fiz a pequena longa viagem até a universidade. Mal cheguei pude avistar minhas colegas que já me acenavam lá de fora na boca do corredor. Ao descer, nem percebo que o meu querido guarda-chuva foi ao chão e sigo meu caminho. De braços dados com as colegas, umas quatro no meio do corredor, seguimos rindo e falando lorotas. De tão envolvida no grupo, não percebo que alguém me cutucava….ouvia de longe uma vozinha que dizia: “moça…moça…”, mas eu simplesmente ao sentir-me cutucada dava de ombros e ignorava a voz…depois de algumas tentativas, o pobre moço dá uma cutucada mais forte e eu entrego os pontos: “Bah! moço! muito obrigada! mas muito obrigada mesmo!” digo eu, tomando de volta meu companheiro de dias chuvosos, com a maior “cara de laje”, enquanto minhas colegas e a namorada do rapaz não se continha de tanto rir.

PoR iSsO rEpItO: TEM COISAS QUE SÓ ACONTECEM COMIGO!!!





Malditas regras…

2 03 2008

Estima-se que no Brasil existam cerca de trinta milhões de pessoas analfabetizadas. Essa situação é um problema não só para a pessoa nessa condição como pra quem lida com esse tipo de pessoas. Na empresa em que trabalho, quando ocorre casos como esses, existem uma série de medidas a serem tomadas. Uma delas, é que a pessoa seja representada por outra, que seja instruída nas letras, de maior idade, que fique ciente da negociação feita com a loja, assine e se responsabilize pelo ato. Um dia uma situação dessas, surge pra mim. Muito solícita, atendo as duas senhoras que entram e sentam-se em minha frente. As duas eram nora e sogra. A nora, já tinha lá os seus 40 anos e a sogra (cliente em questão), acredito que já passava dos sessenta. Muito carismáticas, as duas travam diálogo logo comigo e a conversa flui divertida e gostosa. Conversa vai, conversa vem, a cliente aceita minha proposta e me entrega os documentos. Ao verificar na RG a informação de que a cliente não assinava, vou logo informando-as das providências a serem tomadas. A nora, logo se prontifica a assinar pela sogra. Então, eu trato de relembrar as normas pra saber quais documentos preciso pedir a nora. Repassando as regras uma a uma em minha mente, dirijo-me “bocabertamente” à nora, uma senhora de óculos e cabelos grisalhos:_”A senhora…é… maior de idade?”_e ela ainda responde:”sim, minha filha….e beeem maior!”…Não sei o que me passa numa hora dessas, na verdade a pergunta que eu queria fazer era:”A senhora trouxe seus documentos consigo?”…mas a frase que saiu foi a outra. Me senti a maior “tonta” da história. Tudo culpa das malditas regras que a gente tem que decorar e dos estados de sublimação em que às vezes me encontro. Das outras vezes, procurei tomar mais cuidado. (rs)





Batedora de carteira!(por acaso)

2 03 2008

Bom, essa é a que meu amigo Jhonas mais gosta…hehehe.

Foi assim: estava eu em dia normal de trabalho. Muitas ligações e contato com clientes. Até que surge uma figura interessante. Feito o primeiro contato, a conversação toda e o cliente resolveu aceitar minha proposta e fazer o empréstimo comigo. (eu trabalho numa loja de empréstimos pessoal, para quem não sabe…hehe). Na entrevista com o cliente, descobri que o cujo é detetive particular e aproveitei p/ tirar um dedo de prosa a fim de sanar a curiosidade que me amofinava por dentro. Hehe…descobri que a maior parte de pessoas que contratam detetives, são homens e com a cabeça pesada…rs….e pior, segundo o meu cliente, na maior parte dos casos, é pura síndrome de guampa .

Well, voltando ao cerne da história, conforme o acerto, a forma de pagamento do cliente seria com cheque. Eu já com o contrato pronto, aviso o cliente da aprovação do seu crédito e nisso a criatura abre a dita da carteira. Mas pra que vocês entendam eu preciso explicar o tipo de carteira que o cliente possuía. A carteira da figura era muito interessante. Não sei se vocês já viram essas carteiras com emblema de profissão. Pois é, meu pai tem uma com o emblema da Brigada Militar. A do meu cliente, tinha um emblema de “detetive particular”, parecia essas que a gente vê nos filmes. Fiquei tão impressionada e pedi:_Seu João, por favor…o senhor pode me passar…(nisso ele abre a carteira, eu vejo o emblema e então sai o final da frase)_…a carteira!”.

O que eu deveria pedir…eram os cheques…hehehe.





Sessão Tóin!

2 03 2008

Hehehe…voltei gente…pois é…saí de férias…descansei e estou de volta!…mas não vou falar sobre a viagem, não. Adicionei mais uma categoria nova. A mais esperada…huahauhaua…a das pérolas do dia-a-dia que são muitas…não deixem de ler os próximos capítulos….hehe. bjs!